Input:
(Nosso take do dia)
Em outubro de 2018, eu e Mariana Valente escrevemos no El País sobre a perplexidade produzida pela campanha de Jair Bolsonaro. Enquanto todos procuravam entender como um candidato com pouco tempo de televisão conseguira tamanha força, explicações extraordinárias se multiplicavam: Steve Bannon, algoritmos secretos, disparos de WhatsApp. Nosso argumento não desconsiderava possíveis ilícitos, mas propunha olhar para outra coisa: uma infraestrutura de propaganda em rede, formada por militantes, influenciadores e administradores de grupos, com diferentes graus de autonomia, que produziam e faziam circular mensagens políticas. Chamamos parte dessas pessoas de “carteiros voluntários”.
Oito anos depois, a eleição presidencial parece deslocar a perplexidade. Após a derrota de Flávio Bolsonaro para Lula no segundo turno, vieram acusações de um “complexo industrial de fake news” do PT. Entre analistas, há algum choque.
Poucas semanas atrás discutimos o “Exército do Lula”, articulado por André Janones, e o problema de decidir quando atores digitais que favorecem uma candidatura integram sua campanha oficial. O segundo turno ampliou a pergunta. O que parecia apenas uma controvérsia sobre os limites jurídicos da campanha mostrou também uma transformação estrutural na forma de fazer campanha política. Levantamentos da Bites e da Quaest apontaram uma curva ascendente. Não é uma medida de votos, muito menos da internet inteira, mas ilustra algo que de fato ocorreu.
Ao que parece, a virada foi produzida a partir do sucesso em dar corpo a uma genuína (e efetiva) infraestrutura de propaganda em rede do campo da esquerda.
A novidade incorpora Janones, mas vai além dele. A esquerda parece ter formado uma constelação de quadros digitais com audiências, linguagens e repertórios próprios que mesclam figuras políticas e influenciadores (alguns até então dormentes no tema). Essa é uma dimensão central do que chamamos, em 2018, de infraestrutura de propaganda em rede: um conjunto de atores, comunidades e canais de comunicação que produzem e fazem circular mensagens políticas, sem necessariamente compartilhar uma organização ou comando central. Sua força está justamente na diversidade e na autonomia de seus participantes, que alcançam públicos diferentes, estabelecem vínculos próprios com seus seguidores e se conectam por relações de colaboração, afinidade ou simples convergência política. Capilarizados, entregam conteúdo na “última milha” de diferentes maneiras acopladas aos hábitos da população brasileira.
As campanhas eleitorais dão sentido e direção a essa constelação. A disputa pelo poder oferece um objetivo comum que permite articular atores antes dispersos, fazendo com que mensagens (que, diga-se, são chaves para tracionar o crescimento), mobilizações e iniciativas independentes se reforcem mutuamente, mesmo sem coordenação formal. Assim, a campanha não cria do zero suas redes de apoiadores, mas dá a elas um horizonte compartilhado de ação.
Isso significa que a direita desaprendeu a usar a internet? O avanço da direita nos parlamentos e governos estaduais também desautoriza qualquer diagnóstico de perda de poder de fogo. O que parece ter diminuído, ou talvez acabado, é uma espécie de “vantagem” sobre a esquerda (o que alguns podem atribuir ao seu pioneirismo), com o repertório de comunicação distribuída sendo adotado em todo o espectro político.
Dentro deste diagnóstico, emergem evidências de que o campo da direita enfrentou problemas típicos de fazer política em rede, não lhe bastando este formato de campanha para ter sucesso. A votação acachapante de influenciadores bolsonaristas como Nikolas Ferreira, Lucas Pavanato, Eduarda Campopiano e companhia no primeiro turno ajuda a entender essa distinção. Mesmo que a lógica de rede seja a mesma, sua configuração, seus incentivos e suas finalidades podem ser diferentes, formatando uma infraestrutura que não consegue imprimir a mesma efetividade das eleições proporcionais na campanha presidencial.
Isso também pode ser sinal de uma rede bolsonarista “na maturidade”, cujos componentes já não se mobilizam apenas em função de uma candidatura, mas também de agendas, interesses e projetos políticos próprios. Essa constelação continua pulsando mensagens, mas com intensidades e resultados diferentes, conforme os sentidos que seus participantes atribuem a cada disputa. Os caminhos de rede que funcionam para alavancar determinadas pautas podem não funcionar para outras, enquanto algumas mensagens circulam com força, mas de maneira efêmera, sem produzir efeitos mais duradouros. Assim, a maturidade dessa infraestrutura preserva capacidade de ação, mas também demonstra seus limites: ter uma rede não significa conseguir mobilizá-la da mesma maneira para qualquer finalidade.
Com efeito, os tais “carteiros voluntários” podem não querer entregar a mensagem se não acharem que vale a pena, como pode ter ocorrido em componentes da infraestrutura bolsonarista. Neste exemplo, o que teria acontecido com o vídeo de Nikolas Ferreira sobre o Nordeste? O repertório de comunicação distribuída se espalhou no espectro, mas a concorrência ficou mais dura. A mobilização da esquerda após a surpresa do primeiro turno encontrou, do outro lado, uma candidatura sujeita às dificuldades de coordenação e às disputas internas do próprio campo bolsonarista.
A ironia é que essa renovação comunicativa acontece enquanto a direita consolida força institucional. Engajamento não garante votos; votos não garantem capacidade de governar; bons comunicadores não são necessariamente bons formuladores de políticas públicas. Mas uma mudança parece visível: a campanha em rede deixou de ser quase uma especialidade bolsonarista.
A consolidação dessas infraestruturas também projeta uma nova fase de disputas sobre a regulação da política digital. Redes de influência se tornaram ativos políticos duradouros, e a disputa será cada vez mais sobre como dinamizá-las, discipliná-las ou, no caso dos adversários, limitar sua capacidade de mobilização. Como mostraram os embates recentes no TSE, regras sobre propaganda, recomendação algorítmica, moderação e funcionamento dos canais podem favorecer ou restringir diferentes formas de organização política. Nesse jogo, as plataformas não são intermediárias neutras: suas escolhas empresariais e seu poder corporativo também moldam as condições da competição, debate já contratado para os próximos quatro anos. Partidos, influenciadores, empresas e instituições disputarão não apenas a atenção dos eleitores, mas as próprias regras, públicas e privadas, que determinam como essa atenção pode ser conquistada.
Chico
Prompt:
(As manchetes mais importantes)
🗳️ Dino manda PF investigar interferência e algoritmos nas eleições
📱 13 parlamentares dos EUA cobram Meta por tratar Lula diferente
💊 Nova lei levanta dúvidas sobre venda de remédios em marketplaces
🌐 Dependência de IA estrangeira entra nos planos de risco de empresas
⚡ Setor elétrico divide opiniões sobre como atrair data centers ao Brasil
🕵️ Após vazamento, Smart Sampa adota facial para acesso de servidores
👴 Só 6,99% dos idosos protegem privacidade digital, aponta Anatel
🤖 Delaware quer permitir que agentes de IA dirijam empresas sozinhos
🛍️ Plataformas de compras bloqueiam agentes de IA de terceiros
🧠 Anthropic lista chantagem e fim da humanidade como riscos de IA
💰 Empresas de IA estão desesperadas por caixa sem saber de onde virá
🏗️ Equipamentos de data center são roubados em trânsito por centenas de mi
🇨🇳 China deve liderar modelos de IA e áreas-chave até 2030
📡 Restrições do Starlink levam Europa a buscar alternativas ao Musk
🇧🇷 Brasil
▌ JUDICIÁRIO
_ Flávio Dino manda PF investigar interferência estrangeira nas eleições (STF)
O ministro Flávio Dino determinou que a Polícia Federal investigue a origem de recursos estrangeiros e possíveis manipulações de algoritmos de plataformas digitais para favorecer ou prejudicar candidaturas no Brasil.
A decisão foi tomada na ADPF 1178 e as investigações serão conduzidas separadamente, sob supervisão do STF, por haver indícios de envolvimento de parlamentares - Dino citou alertas do Conselho de Supervisão da Meta e de especialistas da ONU.
_ Fachin arquiva primeiras investigações do inquérito das fake news (JOTA)
O presidente do STF, ministro Edson Fachin, arquivou as primeiras investigações do inquérito das fake news, decisões que envolvem o pastor Silas Malafaia e o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro.
▌ REGULAÇÃO / POLÍTICAS PÚBLICAS
_ Parlamentares dos EUA cobram Meta por tratamento desigual a Lula (Agência Pública)
Uma carta assinada por 13 parlamentares democratas dos EUA cobra explicações de Mark Zuckerberg sobre denúncias de restrições ao alcance da campanha de Lula nas plataformas da Meta durante as eleições brasileiras de 2026.
Entre os signatários estão o senador Bernie Sanders e deputados como Pramila Jayapal, Maxwell Frost e Rashida Tlaib; a carta cita como exemplo a desativação, em 23 de setembro, da conta de anúncios da campanha de Lula.
_ Remédios podem ser vendidos em marketplaces? Nova lei gera dúvidas (UOL)
Sancionada em março de 2026, a Lei nº 15.357/2026, que autorizou a instalação de farmácias dentro de supermercados, também abriu caminho para que farmácias e drogarias contratassem plataformas digitais para realizar a logística e a entrega de medicamentos. A norma gerou dúvidas no mercado: afinal, marketplaces podem agora vender remédios na internet?
Em setembro de 2026, o Mercado Livre anunciou que iniciaria a venda de medicamentos com prescrição em sua plataforma, conectando farmácias e consumidores. Setores do segmento farmacêutico reagiram e oficiaram a Anvisa, que notificou a empresa solicitando dados sobre a sua regularidade para essas atividades.
_ Shopee expande 60% no Brasil e aguarda Anvisa para vender remédios (Folha)
A Shopee abriu mais quatro centros de distribuição no Brasil - em Recife, Rio de Janeiro, Vitória e Blumenau -, elevando para 30 o total de unidades no país e aumentando a capacidade de processamento de pedidos em 60% no último ano.
A expansão adicionou capacidade para 2,4 milhões de pedidos por dia; a empresa afirma ter mais de 3 milhões de vendedores locais e prepara R$ 25 milhões em ações promocionais.
_ Dependência de IA estrangeira amplia riscos para empresas brasileiras (TeleSíntese)
Especialistas alertam que a dependência de fornecedores estrangeiros de nuvem, modelos de IA e infraestrutura computacional representa um risco geopolítico que precisa entrar nos planos de continuidade de negócios das empresas brasileiras.
Philipe Moura, da Eurasia Group, propôs analisar a cadeia da IA em quatro camadas - modelos e dados; capacidade computacional; fabricação de equipamentos e semicondutores; e recursos naturais.
▌ INFRAESTRUTURA
_ Setor elétrico diverge sobre estratégia para atrair data centers (Valor)
Num cenário de sobreoferta de eletricidade renovável, sobretudo no Nordeste, executivos do setor elétrico têm visões diferentes sobre a melhor estratégia para atrair a demanda expressiva dos data centers ao país.
_ CEO da CPFL: demanda de data centers vem, mas abaixo do projetado (Valor)
O presidente da CPFL Energia, Gustavo Estrella, avalia que a indústria de data centers está chegando ao Brasil de forma relevante - concentrada entre 60% e 70% nas áreas de concessão da empresa -, mas em velocidade menor que a projetada.
_ ABES defende estratégia nacional de infraestrutura para IA gerar R$ 1 tri (Convergência Digital)
A IA tem potencial de acrescentar até R$ 1 trilhão ao PIB brasileiro até 2030, mas exige investimentos em infraestrutura, capacitação profissional e mudanças nos modelos de negócio, segundo a ABES.
O vice-governador de São Paulo, Felicio Ramuth, anunciou que liderará projetos de tecnologia e inovação do estado e destacou que São Paulo reúne cerca de R$ 100 bilhões em investimentos em data centers.
▌ PROTEÇÃO E SEGURANÇA DE DADOS
_ Após vazamento, Smart Sampa adota facial para controlar acesso (Folha)
O prefeito Ricardo Nunes anunciou que o Smart Sampa passará a usar reconhecimento facial para controlar o acesso de servidores ao sistema de monitoramento com cerca de 58 mil câmeras em São Paulo - a medida vem após um vazamento que expôs dados restritos em repositório público.
Na mesma ocasião, a prefeitura firmou convênio com o Gaeco para que nove promotores acessem imagens do sistema e anunciou integração com banco de dados do MP sobre agressores com medidas protetivas - cerca de 40% deles não são localizados por oficiais de Justiça.
_ Só 6,99% dos idosos adotam medidas de proteção da privacidade digital (TeleSíntese)
Diagnóstico da Anatel, elaborado em parceria com a Unesco, aponta que apenas 6,99% das pessoas com 60 anos ou mais adotam medidas para proteger a privacidade em dispositivos, contas ou aplicativos, e só 12,37% tomam providências para proteger aparelhos e contas online.
A agência alerta que a baixa adoção de segurança aumenta a exposição a golpes e invasões de contas num momento em que serviços bancários, previdenciários e de saúde migram para plataformas digitais.
🌍 Mundo
▌ REGULAÇÃO / POLÍTICAS PÚBLICAS
_ Trump quer proibir o termo "inteligência artificial" nos EUA (G1)
Donald Trump afirmou no Truth Social que pretende proibir oficialmente o uso da expressão "inteligência artificial" em documentos relevantes, defendendo que a tecnologia seja chamada de "superinteligência" por considerar o termo atual impreciso.
A declaração não detalha quais documentos seriam afetados nem quando a mudança entraria em vigor; "superinteligência" é um termo associado a uma IA que ultrapassaria as capacidades cognitivas humanas, e não um sinônimo técnico para as ferramentas disponíveis hoje.
_ Plano de Delaware quer deixar agentes de IA comandar empresas inteiras (Ars Technica)
Um plano em Delaware permitiria que agentes de IA operem empresas inteiras sem nenhum ser humano no comando, e donos dessas firmas poderiam escapar da responsabilidade por atos "imprudentes" da IA, segundo o deputado americano Comer.
_ Plataformas de compras barram agentes de IA de terceiros (Gizmodo)
A plataforma de luxo em segunda mão TheRealReal anunciou que vai reforçar suas defesas contra agentes de IA de compras após repórteres usarem o agente Muse da Meta para manter itens bloqueados em carrinhos por horas, impedindo outros compradores.
Tapestry (Coach, Kate Spade), Kohl's, Chewy, Neiman Marcus e Delta Air Lines também restringem ou bloqueiam agentes de IA em suas plataformas.
_ Fiscalizador britânico pode investigar uso de IA do ChatGPT pelo Home Office (Wired)
O inspetor independente de fronteiras e imigração do Reino Unido estuda abrir investigação sobre o uso de ferramentas de IA generativa pelo Home Office no processamento de pedidos de asilo, após seis meses de apuração da ONG Open Rights Group com 11 perguntas parlamentares e 10 pedidos de acesso a documentos.
O Home Office afirma que as ferramentas auxiliam apenas na navegação de registros de entrevistas e que as decisões são tomadas por agentes humanos treinados.
▌ JUDICIÁRIO
_ Veículos noruegueses vão à Justiça para barrar coleta de conteúdo pela Meta (Folha)
Dez grupos de mídia noruegueses, incluindo a emissora pública NRK, pediram ao Tribunal Distrital de Oslo uma liminar para impedir que novos termos de uso da Meta - previstos para entrar em vigor em 20 de novembro - os obriguem a ceder artigos, fotos e vídeos, inclusive conteúdos de paywall, para treinar IA.
Segundo os autores da ação, os novos termos se aplicam a todos os titulares de contas profissionais e só podem ser rejeitados com a exclusão da conta - a MBL afirmou que "a Meta usa os investimentos dos grupos de mídia para desenvolver serviços de IA que concorrem diretamente com eles."
▌ SEGURANÇA ONLINE
_ Hackers atacam sistema da FEC e perturbam divulgações eleitorais nos EUA (Reuters)
Hackers atacaram o sistema da Comissão Eleitoral Federal dos EUA (FEC), perturbando divulgações de financiamento de campanha a poucos dias das eleições de meio de mandato.
▌ NEGÓCIOS
_ IPO da Anthropic lista chantagem, sentença e fim da humanidade como riscos (Ars Technica)
O documento de IPO da Anthropic, com 93 páginas de fatores de risco, alerta que sua IA poderia chantagear pessoas, tornar-se senciente e representar uma ameaça existencial à humanidade.
_ Sete números para entender os negócios da Anthropic (Folha)
A Anthropic revelou pela primeira vez seus dados financeiros completos: gerou US$ 16,3 bilhões em receita no primeiro semestre de 2026, quase 14 vezes mais que no mesmo período do ano anterior.
O prejuízo líquido foi de US$ 80,7 bilhões no semestre, valor inflado por uma despesa extraordinária de US$ 72,4 bilhões relacionada a notas conversíveis emitidas para investidores como Amazon e Google.
_ Empresas de IA estão desesperadas por caixa sem saber de onde virá (WaPo)
Empresas de IA estão em busca urgente de capital e sem clareza sobre de onde virão os recursos necessários para sustentar suas operações.
▌ INFRAESTRUTURA
_ Equipamentos de data center são roubados em trânsito por centenas de mi (Tomshardware)
Quadrilhas organizadas estão interceptando caminhões com equipamentos de data center nos EUA usando hacking, phishing, colisões de veículos e falsificação de sinais GPS - mais de US$ 100 milhões em equipamentos foram roubados desde junho de 2026.
Só em Reno, um único incidente fez desaparecer US$ 38 milhões em gear; a carga inclui servidores, módulos de RAM, roteadores e cabos de cobre - um trailer capturado carregava US$ 300 mil apenas em fio de cobre.
▌ PROTEÇÃO E SEGURANÇA DE DADOS
_ ONG registra queixas contra Scale AI por suposta vigilância de trabalhadores (Reuters)
Um grupo de privacidade apresentou queixas formais contra a Scale AI por suposta vigilância de seus trabalhadores.
▌ GEOPOLÍTICA
_ China impõe novos controles de exportação para proteger seus ativos de IA (Reuters)
As restrições à exportação de inteligência artificial propostas pela China devem impulsionar um modelo de negócios preferido por Pequim e pelas maiores empresas do setor: manter a tecnologia valiosa dentro do país enquanto vende acesso a ela no exterior, em meio ao acirramento da rivalidade com os EUA.
A minuta das regras, divulgada em 16 de outubro, distingue entre clientes estrangeiros que usam serviços chineses de IA e empresas estrangeiras que obtêm os modelos, dados ou conhecimento técnico necessários para operá-los ou reproduzi-los de forma independente.
_ China deve liderar modelos de IA e áreas estratégicas até 2030 (Bloomberg)
Um relatório da Bloomberg Intelligence aponta que a China está bem posicionada para liderar o mundo em modelos de linguagem de larga escala até 2030 e será ao menos competitiva em todas as demais tecnologias estratégicas.
_ Restrições do Starlink levam Europa a buscar alternativas ao Musk (Axios)
Empresas rivais de satélite disputam espaço para reduzir o domínio de Elon Musk nas comunicações de campo de batalha após restrições do Starlink à Ucrânia terem perturbado temporariamente o uso de drones pelo país.
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